Paróquia Rosa Mística

Segunda Sessão Sinodal

Segunda Sessão Sinodal

A Segunda Sessão Sinodal foi realizada no Centro Pastoral Dom Fernando no dia 10 de março. Participaram do encontro: leigos, padres, religiosos (as), e visitantes, totalizando aproximadamente 400 pessoas. A sessão discutiu a Sagrada Liturgia das paróquias e comunidades da Arquidiocese de Goiânia.
Após as preces a Deus, os trabalhos da segunda sessão foram iniciados. O relator do Sínodo, Padre João Carlos lembrou que para refletir a Sagrada Liturgia o cristão deve ter plena consciência de que toda a sua ação nasceu da Palavra de Deus. É por meio dela que a Igreja deve remeter-se e guiar-se.
O relator disse ainda que a segunda parte do Instrumento de Trabalho aborda de forma belíssima a ligação da Palavra com a Liturgia. Encerrando o seu discurso ele apresentou a jornada de reflexão e discussão do dia.
Após a declaração abriu-se a sessão para intervenções pessoais. Os sinodais pontuaram elementos que podem contribuir para que a Sagrada Liturgia seja vivenciada e celebrada com mais intensidade. Cada sinodal teve cinco minutos para fazer a sua colocação. Em seguida, o bispo-auxiliar explicou como seriam os trabalhos de grupo. As atividades da manhã encerraram-se com a Oração do Angelus.
À tarde, um representante de cada grupo de estudo apresentou o relatório sobre a Sagrada Liturgia. Ao final, abriu-se novamente para as intervenções pessoais. O Arcebispo de Goiânia, Dom Washington Cruz, ao encerrar a sessão falou que para a Sagrada Liturgia acontecer é necessário desprender do eu e viver a Comunhão. Comunhão esta, que requer entrega total e comprometimento com a Palavra de Deus.

Foi lembrado que a última sessão sinodal será realizada no dia 14 de abril e terá como frente de trabalho a Caridade. Para isso, foi ressaltado aos delegados, padres e religiosos (as) que leiam o Instrumento de Trabalho, da página 45 à 69.

E para entender melhor todo o processo sinodal você pode consultar:
a) Sagrada Escritura;
b) Catecismo da Igreja;
c) Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015;
d) Estatuto do Sínodo;
e) Carta Pastoral n° 8 – Sínodo Arquidiocesano;
f) Carta Pastoral n° 10 – O Espírito Santo, a Igreja e a Liturgia;
g) Carta Pastoral n° 12 – O amor vence tudo.

One comment on “Segunda Sessão Sinodal

  1. Credo, On.Ne3o me digas que tens de conviver com essas “manifestae7f5es de fe9″…Acompanho de algum modo, essas aitdutes que referes, ne3o, ne3o e9 isso que e9 a “nova evangelizae7e3o”.Na Igreja, felizmente, cabem todos esses “movimentos”. A forma como cada um vive a sua fe9, deve ser respeitado, estamos a falar de coisas que se vividas “a se9rio”, mexem com o que cada um tem de mais edntimo.Muitas das aitdutes que referes team mais a ver com uma certa religiosidade mal esclarecida do que com a verdadeira Fe9.Muitas vezes em vez de procura de Deus, he1 uma falsa ideia de Deus, que lhes foi transmitida por tradie7e3o. Sentem-se bem a praticar actos de culto, que se3o muitas vezes, evasf5es das suas prf3prias vidas e responsabilidades.O Deus manifestado por Jesus Cristo, ne3o pede actos de culto. Pede-nos corae7f5es generosos, abertos, acolhedores, dine2micos… em contednuo estado de converse3o.A “nova evangelizae7e3o” deveria ser o assumir isto de forma radical. Seria dar voz aos que dentro da Igreja e fora dela, clamam por Deus e por uma conviveancia mais fraterna entre todos os homens. Dentro da Igreja ne3o podemos viver mais como; os que se2o donos da verdade. Deus e9 imensamente maior do que a Igreja Catf3lica, ve1 ela ate9 onde ff4r. Deus sempre transcendere1 qualquer realidade humana, mas manifesta-se nessa mesma realidade. A Igreja e o mundo este3o cheios de exeplos de pessoas que perceberam isto. A maior parte, foram perseguidos e imcompreendidos, mas as suas vidas ficam a interpelarmos para que lhes sigamos o exemplo. Hoje noutros contextos, mas o caminho e9 o mesmo.O que eu vejo na Igreja Catf3lica e9 um comodismo imenso, um medo de perder “previle9gios”, uma ine9rcia, um olhar continuamente para tre1s em vez de olhar para o Alto e para o lado.As respostas que a Igreja tem de dar, e9 a Deus, que continuamente nos pergunta: “Que fizeste do teu irme3o?”Sf3 mais uma coisa; negligenciar a famedlia para rezar e9 ne3o perceber o que e9 rezar. Rezar e9 estar permanentemente em die1logo aberto com Deus. Isso faz-se nas 24 horas do dia, nas mais diversas formas.

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